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Modelo brasileiro de Educação Alimentar chega ao Uruguai

 

O Programa Cozinha Brasil – Alimentação Inteligente, realizado pelo Conselho Nacional do Sesi, em parceria com o governo federal e Sesi Nacional que visa promover a reeducação alimentar e o aproveitamento integral dos alimentos, como uma das ferramentas de combate a má alimentação, vai ser aplicado no Uruguai.

 

O presidente do Conselho Nacional do Sesi, Jair Meneguelli, apresentou em maio o programa brasileiro, para autoridades, instituições governamentais e não governamentais na prefeitura de Montevidéu.

 

O encontro resultou em um acordo entre o Conselho Nacional do Sesi e a prefeitura. A partir de agosto, profissionais de nutrição e técnicos sociais do Uruguai estarão no Brasil para aprender toda a metodologia e tecnologia utilizada no Programa, que hoje é desenvolvido em todos os estados do Brasil.

 

O Programa na América Latina e no Caribe

 

Além do Uruguai, outros países irão implementar o Cozinha Brasil – Alimentação Inteligente. O Projeto vai integrar as ações do programa “América Latina e Caribe sem fome”, da Organização para Alimentação e Agricultura das Nações Unidas (FAO).

 

O Convênio, que será assinado no próximo mês, vai contemplar a aplicação da metodologia e a tecnologia do Cozinha Brasil, inicialmente nos países integrantes do Mercosul.

 

O que é o Cozinha Brasil – Alimentação Inteligente

 

O Programa Cozinha Brasil é realizado pelo Sesi, em parceria com o Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome do governo federal foi lançado em 2004. Atualmente essa parceria com o governo federal está sendo estendida também para os ministérios da Educação e Saúde.

 

O objetivo é ensinar à população em geral, preferencialmente os de baixa renda, por meio de cursos, como preparar e consumir alimentos com baixo custo e alto valor nutritivo, evitando o desperdício de fontes nutritivas.

 

O programa acontece em todo o Brasil, por meio de unidades móveis. Tais unidades são caminhões estruturados como cozinhas experimentais pedagógicas, nas quais os alunos aprendem sobre nutrição, higiene, manipulação dos alimentos, técnicas culinárias e dietéticas.

 

Com 29 unidades móveis em funcionamento, o Programa já capacitou cerca de 200 mil pessoas, até março de 2006.